Chuva de questões

Dá pra ser e não ser?
"O melhor meio de se aproximar da filosofia é fazer perguntas filosóficas."
Perguntar é tão espontâneo quanto respirar. Só nos descobrimos fazendo quando prestamos atenção. E do mesmo modo que temos diferentes fôlegos para as diversas atividades do dia-a-dia, também nos encontramos entre as mais distintas questões conforme a variedade de situações vividas.
Certas questões proclamam-se importantes e significativas, enquanto outras parecem realmente não ter consequências.

Pequenas questões: aquelas que podem ser facilmente respondidas com base em nossas experiências.
Grandes questões: aquelas cujas respostas exigem maneiras não usuais de pensar, por sua escala ou abrangência;
A diferença entre ambas não está no seu grau de importância, mas nas suas exigências quanto ao tempo, o dinheiro e esforço para serem respondidas. Quanto maior a questão, mais intensa é a busca de informação relevante exigida pela resposta.
Para todos os objetivos e propósitos, existem apenas dois tipos de questão: as técnicas e do cotidiano. A maioria das questões do cotidiano são leigas, e nós mesmos gostamos de respondê-la. As questões técnicas requerem a busca sistemática de informação e são os especialistas os aptos para encontrar suas respostas.

Questões do cotidiano: aquelas que emergem da vida comum, corrente, cujas respostas podem se basear no senso comum.
Questões técnicas: aquelas cujas respostas requerem a busca sistemática de informação.
As questões cotidianas são significativas. Certamente são importantes para nós. E algumas vezes, essas questões assumem uma escala e uma significância tal que parecem diminuir completamente as demais.

Questões fundamentais da vida cotidiana: essas são questões claramente não técnicas. Nenhum acúmulo de dados pode respondê-las.
As questões que estão fora do âmbito dos especialistas podem ser chamadas de filosóficas. Tais questões não se preocupam com a aquisição de informação, e sim com algo mais – algo que podemos chamar de “sabedoria”.

Questões filosóficas: são algumas das mais fundamentais da vida cotidiana
São uma variedade especial de questões do cotidiano. Não são técnicas e nem podem ser respondidas como tal – isto é, pelos auto-intitulados especialistas. Surgem dos problemas da existência cotidiana, podendo parecer tão estranhas e desconcertantes que quase desafiam explicações.
E por serem questões do cotidiano, todos, em algum momento da sua vida, filosofam.
"O melhor meio de se aproximar da filosofia é fazer perguntas filosóficas."
Perguntar é tão espontâneo quanto respirar. Só nos descobrimos fazendo quando prestamos atenção. E do mesmo modo que temos diferentes fôlegos para as diversas atividades do dia-a-dia, também nos encontramos entre as mais distintas questões conforme a variedade de situações vividas.
Certas questões proclamam-se importantes e significativas, enquanto outras parecem realmente não ter consequências.
Pequenas questões: aquelas que podem ser facilmente respondidas com base em nossas experiências.
Grandes questões: aquelas cujas respostas exigem maneiras não usuais de pensar, por sua escala ou abrangência;
A diferença entre ambas não está no seu grau de importância, mas nas suas exigências quanto ao tempo, o dinheiro e esforço para serem respondidas. Quanto maior a questão, mais intensa é a busca de informação relevante exigida pela resposta.
Para todos os objetivos e propósitos, existem apenas dois tipos de questão: as técnicas e do cotidiano. A maioria das questões do cotidiano são leigas, e nós mesmos gostamos de respondê-la. As questões técnicas requerem a busca sistemática de informação e são os especialistas os aptos para encontrar suas respostas.
Questões do cotidiano: aquelas que emergem da vida comum, corrente, cujas respostas podem se basear no senso comum.
Questões técnicas: aquelas cujas respostas requerem a busca sistemática de informação.
As questões cotidianas são significativas. Certamente são importantes para nós. E algumas vezes, essas questões assumem uma escala e uma significância tal que parecem diminuir completamente as demais.
Questões fundamentais da vida cotidiana: essas são questões claramente não técnicas. Nenhum acúmulo de dados pode respondê-las.
As questões que estão fora do âmbito dos especialistas podem ser chamadas de filosóficas. Tais questões não se preocupam com a aquisição de informação, e sim com algo mais – algo que podemos chamar de “sabedoria”.
Questões filosóficas: são algumas das mais fundamentais da vida cotidiana
São uma variedade especial de questões do cotidiano. Não são técnicas e nem podem ser respondidas como tal – isto é, pelos auto-intitulados especialistas. Surgem dos problemas da existência cotidiana, podendo parecer tão estranhas e desconcertantes que quase desafiam explicações.
E por serem questões do cotidiano, todos, em algum momento da sua vida, filosofam.

