Perguntar é viver
Vô!? Num vô!? A história de todas as grandes civilizações galácticas tende a atravessar três fases distintas e identificáveis ― as da sobrevivência, da interrogação e da sofisticação, também conhecidas como as fases do como, do por que e do onde.
Por exemplo, a primeira fase é caracterizada pela pergunta: Como vamos poder comer?
A segunda, pela pergunta: Por que comemos?
E a terceira, pela pergunta: Aonde vamos almoçar?
A segunda, pela pergunta: Por que comemos?
E a terceira, pela pergunta: Aonde vamos almoçar?
A bem da verdade é que não percebemos, mas a lista de perguntas ocupando nossos pensamentos é infindável.
Que horas são? Levo o guarda-chuva? Será mesmo que Fulana me ama? Atendo o telefone ou aperto o ignorar? Entro online ou invisível?
Nossas questões cotidianas são normalmente tão comuns que muitas vezes passam despercebidas. Mas se pararmos um pouco, talvez nos espantemos como somos questionadores.
O questionamento faz parte da nossa necessidade de saber mais e explorar mais além, para que vivamos e o façamos da melhor maneira. E é o sentimento da curiosidade que move a maior parte dos nossos questionamentos.
Cu
riosidade: necessidade humana de saber mais sobre nós mesmos e sobre o que nos rodeia.Questões: ideias que guiam nossa curiosidade em direção as respostas.
Por isso, o questionamento é parte fundamental da vida humana. Fundamental porque todos temos a necessidade de saber quem somos e por que vivemos.
Ok, mas e a filosofia?

A filosofia, num sentindo muito simples, diz respeito ao exercício da curiosidade e ao de fazer perguntas.
Nesse sentido, todos nós temos um "que" de filósofo...

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